Manual de exames
Nome: PROTEÍNA C - ANTIGÊNICA
Material: plasma citratado
Sinônimo:
Volume: 2.0 mL
Método: Enzima Imunoensaio
Coleta: Jejum não obrigatório. Anotar medicação em uso. Fazer teste de coagulação. Separar e congelar a amostra logo após a coleta.
Interpretação: Uso: avaliação dos estados de hipercoagulabilidade; investigação de pacientes com trombose (particularmente trombose venosa em adultos jovens); diagnóstico das deficiências congênitas de proteína C. Após ativação na superfície endotelial, a proteína C apresenta ações anticoagulantes e fibrinolíticas. A deficiência de proteína C pode ser hereditária ou adquirida. As principais causas da forma adquirida são síndrome nefrótica, diabetes insulino dependente, uso de anticoncepcionais, fase aguda de angina pectoris, período pós-operatório, insuficiência hepática, várias formas de coagulação intravascular disseminada (CIVD), hipertensão arterial e crise hemolítica de anemia falciforme. Valores menores que 60 a 65 % podem representar estado de deficiência congênita, quando excluídas a presença de deficiências adquiridas.
Referência: 72 a 150% Pacientes em uso de anticoagulantes orais podem apresentar valores diminuidos de Proteína C. O uso de anticoagulantes orais deve ser suspenso por 15 dias antes da dosagem dos níveis de Proteína C. Novo valor de referência a partir de 27/10/2008