Exames
Laboratoriais

No Laboratório Oscar Pereira oferecemos uma variedade de exames laboratoriais para o cuidado da sua saúde com qualidade, segurança e confiabilidade.

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Lista de Exames

Confira alguns dos exames disponíveis no Laboratório Oscar Pereira e encontre soluções completas para prevenção, diagnósticos e cuidados com a sua saúde.

Exames mais procurados

17 – BETA ESTRADIOL

O estradiol é o principal estrógeno natural e regula a função reprodutiva feminina, ajudando a manter a gravidez junto com a progesterona. É produzido principalmente pelos ovários e, em menores quantidades, pelos testículos e córtex adrenal. Durante a gravidez, a placenta passa a ser a principal fonte.
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ÁCIDO FÓLICO

Exame que avalia os níveis de folato no soro, essencial para o crescimento celular.

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ÁCIDO METIL HIPÚRICO

O ácido metilhipúrico é um indicador biológico da exposição ao xileno. Esse solvente é absorvido pela pele e pelos pulmões, metabolizado no fígado e eliminado na urina. O consumo de álcool pode reduzir sua excreção urinária.

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ÁCIDO TRANSMUCÔNICO

O ácido trans,trans-mucônico é um indicador biológico de exposição ao benzeno para avaliar baixas exposições a este solvente no ambiente de trabalho

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ÁCIDO ÚRICO

O ácido úrico é o principal produto da degradação de purinas, formado principalmente no fígado e eliminado pelos rins. Níveis elevados (hiperuricemia) podem ocorrer por eliminação reduzida, como na gota e na síndrome de Lesch-Nyhan, ou por produção excessiva, associada a doenças renais, hematológicas e consumo de álcool. Níveis baixos (hipouricemia) podem resultar de aumento da excreção renal ou de produção reduzida, como na xantinúria hereditária ou uso de alopurinol.

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ALBUMINA

Exame que avalia os níveis de albumina no soro. A albumina é uma proteína essencial para transporte de compostos, a regulação do equilíbrio hídrico e como fonte de aminoácidos.

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AMILASE

Exame que avalia os níveis da enzima amilase, produzida pelo pâncreas. Quando elevada ou diminuída em excesso, pode indicar lesões e patologias pancreáticas

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ANÁTOMO PATOLÓGICO (BIÓPSIA)

Exame que tem a finalidade de analisar tecidos, órgãos e estruturas para a investigação de infecções, doenças inflamatórias e principalmente, neoplasias, diferenciando-as, estabelecendo grau de malignidade e a extensão da lesão.

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ANTI – TRANSGLUTAMINASE IgA

Exame utilizado no diagnóstico da enteropatia sensível ao glúten da doença celíaca.

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ANTI-TIREOGLOBULINA

Exame que detecta os níveis de anticorpos anti tireoglobulina, que atuam contra a tireoglobulina, uma proteína essencial produzida pela glândula tireoide. É esencial na investigação de câncer e doenças autoimunes contra a tireoide.

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ANTICORPOS ANTI – PEROXIDASE (ANTI-TPO)

Exame que detecta níveis de TPO no soro e auxilia no diagnóstico de doenças autoimunes tireoidianas.

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APOLIPOPROTEÍNA A-1

Exame que avalia os níveis de apolipoproteína I. A apoliproteína A-I é o principal componente proteico das HDL, que cataliza a esterificação do colesterol. O colesterol assim esterificado pode ser transportado para o fígado, catabolizado e secretado.

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APOLIPOPROTEÍNA B

Exame que avalia os níveis da apolipoproteína B no soro. A apolipoproteína B é o principal componente proteico das LDL, essencial no transporte do colesterol.

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BACTERIOSCOPIA

O exame bacterioscópico permite identificar rapidamente microrganismos. Pela coloração de Gram, é possível classificar bactérias, observar células, leveduras e leucócitos, além de avaliar a qualidade da amostra.

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BETA HCG – QUALITATIVO

O hCG é um hormônio protéico produzido pela placenta e células trofoblásticas, composto de subunidades alfa e beta. A subunidade alfa está presente em outros hormônios, enquanto que a beta está presente exclusivamente no hCG. A secreção de hCG serve para estimular a produção de progesterona pelo corpo lúteo, na fase inicial da gravidez, sendo fundamental para o desenvolvimento do processo. – Valores aumentados: gravidez, tumores gestacionais trofoblásticos benignos ou malignos (coriocarcinoma, carcinoma embrional, mola hidatiforme, mola parcial, etc.), outros tumores (especialmente tumores testiculares).

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BETA HCG – QUANTITATIVO

Exame que avalia os níveis de gonadotropina coriônica humana (hCG), detectando a gravidez e quantificando as semanas de gestação.

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BILIRRUBINA TOTAL E FRAÇÕES

A bilirrubina é formada pela quebra da hemoglobina e é conjugada no fígado para ser eliminada na bile. O exame auxilia no diagnóstico de doenças do fígado, vias biliares e causas de icterícia. A bilirrubina direta aumenta em doenças hepáticas ou obstrução biliar, e a indireta em hemólise e algumas doenças hereditárias.

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BNP – PEPTÍDEO NATRIURÉTICO

O exame de BNP auxilia no diagnóstico e na avaliação da insuficiência cardíaca. Esse peptídeo é liberado pelo coração em resposta ao estiramento das paredes ventriculares e à sobrecarga de volume, ajudando a regular pressão, líquidos e eletrólitos no organismo.

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CA 125

O CA 125 é marcador mais conhecido e utilizado na condução clínica de pacientes com tumores epiteliais de ovário. Outras neoplasias também podem apresentar elevação do Ca-125, entre eles os originários no endométrio, trompas, pulmões, mama e trato gastrointestinal

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CA 19-9

O CA 19-9 é um marcador tumoral usado principalmente no acompanhamento do câncer de pâncreas e vias biliares, e também no câncer colorretal. Seus níveis podem aumentar em alguns outros cânceres e em doenças benignas como cirrose, pancreatite e doenças inflamatórias.

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CÁLCIO

A medição do cálcio auxilia no diagnóstico de doenças da paratireoide, ósseas, renais e urolitíase. O cálcio no sangue pode estar livre, ligado a proteínas ou a outros compostos. Ele é importante para impulsos nervosos, contração muscular, reações enzimáticas e coagulação. Alterações podem causar espasmos ou fraqueza muscular.

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CÁLCIO IÔNICO

Exame que avalia os níveis da forma biologicamente ativa do cálcio, envolvido no metabolismo ósseo, neuromuscular e eletrolítico.

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CAPACIDADE TOTAL DE LIGAÇÃO DO FERRO

Exame que avalia a capacidade máxima das proteínas séricas, principalmente a transferrina, de ligar o ferro. Utilizado na investigação de distúrbios do metabolismo do ferro e na avaliação de anemias.

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CEA – ANTÍGENO CARCINOEMBRIÔNICO

Exame que avalia os níveis do antígeno CEA no soro. A principal indicação da dosagem de CEA é no monitoramento da terapêutica em pacientes com carcinoma colorretal, também estando presente em neoplasias de pulmão, pâncreas, trato gastrointestinal, trato biliar, tireoide, cérvice, mama e em fumantes.

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CITOLOGIA ONCÓTICA CÉRVICO VAGINAL

O exame tem por objetivo o rastreamento do câncer de colo uterino e consiste na avaliação morfológica das células da ectocérvice e endocérvice para a detecção de alterações neoplásicas ou percursoras do carcinoma cervical.

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CITOMEGALOVÍRUS – ANTICORPOS IgG

O citomegalovírus (CMV) é um herpesvírus que geralmente causa infecção assintomática, mas pode provocar sintomas semelhantes à mononucleose. Em imunodeprimidos e recém-nascidos pode causar infecções graves. IgG indica contato prévio/imunidade e IgM indica infecção recente ou aguda.

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CITOMEGALOVÍRUS – ANTICORPOS IgM

O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família herpes que geralmente causa infecção assintomática, mas pode apresentar sintomas semelhantes à mononucleose. Em imunodeprimidos e recém-nascidos pode causar infecções graves. IgG indica contato prévio/imunidade e IgM indica infecção recente.

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COAGULOGRAMA COMPLETO

O TAP avalia a via extrínseca da coagulação e é usado no controle de anticoagulantes, doenças hepáticas e deficiência de vitamina K. O TTPA avalia a via intrínseca da coagulação e auxilia na investigação de deficiência de fatores e no controle de anticoagulantes. As plaquetas são importantes para a coagulação e seu exame avalia quantidade e forma, auxiliando no diagnóstico de alterações da hemostasia.

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COBRE SÉRICO

Exame que avalia os níveis de cobre no soro. O cobre é um elemento essencial para a síntese de hemoglobina, colágeno e melanina e compõem muitas metalo-enzimas.

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COLESTEROL HDL

Exame que avalia o colesterol “bom”, auxiliando na avaliação do risco cardiovascular.

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COLESTEROL LDL

Exame que avalia o colesterol “ruim”, associado ao risco de doenças cardiovasculares quando em níveis elevados. | Exame que avalia os níveis de lipoproteínas de baixa densidade. Sua dosagem avalia possíveis dislipidemias e os riscos para doença coronariana.

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COLESTEROL TOTAL

O colesterol é um lipídeo essencial para as células e precursor de hormônios e ácidos biliares. É transportado principalmente pelas lipoproteínas LDL e HDL e está associado ao risco de doenças cardiovasculares quando em níveis elevados.

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COLESTEROL VLDL

Exame que avalia os níveis de VLDL no soro. A função do VLDL no organismo é o transporte interno para lipídeos. Valores séricos aumentados de VLDL são indicativos de risco de aterosclerose.

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COLINESTERASE PLASMÁTICA

Este exame auxilia no iagnóstico e monitoramento de exposição e intoxicação por compostos organofosforados e carbamatos, utilizados em agricultura comercial; triagem pré-operatória de pacientes com sensibilidade de succilcolina, genética ou secundária a exposição a inseticidas e estudos familiares de anomalia molecular das colinesterases.

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CONTAGEM DE RETICULÓCITOS

Os reticulócitos correspondem a células recém emitidas na circulação. A contagem de reticulócitos avalia a atividade eritropoiética, sendo importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamentos.

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COOMBS INDIRETO

O teste permite a identificação de anticorpos anti eritrocitários no soro do paciente. A ocorrência de aglutinação durante qualquer etapa do teste indica a possibilidade da presença de anticorpos irregulares.

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COPROCULTURA

A cultura de fezes é realizada para identificação de microrganismos enteropatogênicos causadores de infecções gastrointestinais, como a gastroenterite.

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CORTISOL BASAL

Exame que avalia os níveis de cortisol no soro, que estão mais concentrados no período da manhâ. O cortisol se relaciona com o metabolismo das proteínas, das gorduras e dos carboidratos, a manutenção da integridade muscular e miocárdica e a supressão das atividades inflamatórias e alérgicas. Sua dosagem também auxilia no diagnóstico de doenças relacionadas com as glândulas suprarrenais.

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CREATINA-QUINASE (CPK)

Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada, cerebro e coracao. E um marcador sensivel, mas inespecifico de lesao miocardica. Niveis elevados sao encontrados no infarto agudo do miocardio, miocardite, hipertermia maligna, distrofia muscular, exercicio fisico, dermatopolimiosite, rabdomiloise, em traumas e injecoes musculares.

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CREATININA

A creatinina é um produto do metabolismo muscular e sua produção está relacionada à massa muscular. O exame é utilizado para avaliar a função dos rins e auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de doenças renais. Seus níveis podem variar conforme idade, sexo e massa muscular.

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CULTURA PARA STREPTOCOCCUS BETA HEMOLITICO

Exame que detecta a presença de estreptococo beta-hemolítico do grupo B em gestantes. Esta bactéria é a principal causa de sepse e meningite em recém-nascidos e também causa frequente de pneumonia nestes pacientes.

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DESIDROGENASE LÁCTICA – LDH

Exame que detecta os níveis da enzima desidrogenase lática (LDH) no soro. o principal papel do LDH total reside na detecção de pequenas lesões nos tecidos.

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DHEA – DEHIDROEPIANDROSTERONA

Exame que mede os níveis séricos de DHEA, esteroide produzido no córtex adrenal e precursor da testosterona e dos estrógenos. Utilizado na avaliação de distúrbios androgênicos e da função adrenal.

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DIHIDROTESTOSTERONA – DHT

Exame que avalia os níves de DHT, pertencente à classe dos andrógenos. Sua dosagem auxilia na avaliação de síndromes e também da resposta ao tratamento com antiandrogênios.

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ELETROFORESE DE LIPOPROTEÍNAS

Exame que separa e identifica as diferentes frações de lipoproteínas no sangue, auxiliando na investigação de dislipidemias, risco cardiovascular e distúrbios do metabolismo lipídico.

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ELETROFORESE DE PROTEÍNAS

Exame utilizado como triagem de anormalidades nas proteínas séricas.

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ESTRONA – E1

A estrona é um esteróide como o estriol e o estradiol, pertencente à classe dos estrógenos. Os estrógenos estão relacionados com o desenvolvimento dos órgãos sexuais femininos e às características sexuais secundárias. Antes da fertilização do óvulo, a principal ação dos estrógenos é o crescimento e funcionamento do trato reprodutivo para preparação do óvulo a ser fertilizado. Durante a fase folicular do ciclo menstrual o nível de estrona demonstra-se um pouco aumentado. Após esse período, a produção de estrona aumenta, marcando seu pico por volta do 13° dia. O pico é de pequena duração e por volta do 16° dia do ciclo o nível será baixo. Um segundo pico ocorre por volta do 21° dia do ciclo e se a fertilização não ocorrer, a produção de estrona diminui.

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FATOR ANTI – NUCLEAR – FAN

Exame para pesquisa de anticorpos anti núcleo, nucleolo, citoplasma e aparelho mitótico celular. É essencial no diagnóstico de doenças reumáticas autoimunes, como o lúpus eritematoso sistêmico.

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FATOR REUMATÓIDE

Exame que detecta autoanticorpos contra o fragmento Fc das IgG humanas. A detecção de fatores reumatóides constitui um dos elementos para o diagnóstico da artrite reumatóide. Estes assumem um papel importante no diagnóstico diferencial entre a artrite reumatóide e as outras doenças reumáticas.

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FERRITINA

A ferritina é uma proteína que armazena ferro no organismo, sendo responsável por cerca de 2/3 das reservas corporais de ferro. Sua dosagem sérica é útil para avaliar a deficiência de ferro, acompanhar a reposição de ferro e determinar o momento de interromper a suplementação. No entanto, em situações de inflamação, infecção, câncer ou insuficiência renal crônica, os níveis de ferritina podem estar aumentados independentemente das reservas de ferro.

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FERRO

Exame que avalia a quantidade de ferro circulante no sangue, auxiliando na avaliação de anemias, sobrecarga de ferro e distúrbios do metabolismo do ferro.

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FIBRINOGÊNIO

Exame que avalia os níveis de fibrinogênio no plasma. O fibrinogênio é uma glicoproteína que converte-se em fibrina pela ação da trombina. Os níveis altos de fibrinogênio estão relacionados com tromboses, enquanto níveis reduzidos podem relacionar-se com sangramentos.

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FOSFATASE ALCALINA

A fosfatase alcalina está presente em tecidos como fígado e ossos. Seu aumento pode ocorrer em colestase, hepatites, doenças ósseas e raquitismo. Alguns medicamentos podem reduzir seus níveis.

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FÓSFORO

Exame que avalia os níveis de fósforo no soro. O fósforo é essencial para processos bioquímicos, garantindo que fosfatos exerçam seu papel adequado no metabolismo.

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GAMA GT

A GGT é uma enzima do fígado e vias biliares que aumenta em casos de dano hepático, obstrução biliar, hepatite, fígado gorduroso, pancreatite, uso de anticonvulsivantes e consumo de álcool, sendo útil para detectar lesões hepáticas, icterícia obstrutiva e monitorar alcoolismo.

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GLICOSE

A glicose no sangue é regulada principalmente pelo fígado e pela insulina. Sua medição é usada para diagnóstico e acompanhamento do diabetes. Alterações podem causar hiperglicemia (glicose alta) ou hipoglicemia (glicose baixa), que podem provocar sintomas como fraqueza, confusão e, em casos graves, coma. | Exame que mede a concentração de glicose no sangue, principal fonte energética do organismo. Utilizado no diagnóstico e acompanhamento do diabetes mellitus, estados hiperglicêmicos e condições associadas à hipoglicemia.

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GLICOSE PÓS PRANDIAL

A medida da glicemia pós-prandial corresponde a dosagem de glicose algum tempo após o consumo de alimentos contendo carboidratos. Este exame serve para avaliar com está a sua secreção de insulina após uma carga de glicose e para triar pacientes portadores de diabetes mellitus.

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GLOBULINA LIGADORA DE HORMÔNIOS SEXUAIS – SHBG

Exame que dosa os níveis da proteína SHBG, responsável pelo transporte de androgênios e estogênios no sangue. Esse exame auxilia o diagnóstico de distúrbios do metabolismo do androgênio.

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HEMATÓCRITO

Exame que mede o percentual do volume sanguíneo ocupado pelos eritrócitos, sendo proporcional à quantidade de hemoglobina. Utilizado na avaliação de anemias, perdas sanguíneas, policitemias e na análise da necessidade transfusional.

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HEMOGLOBINA

Exame que avalia a quantidade de hemoglobina nas células vermelhas, auxiliando no diagnóstico de anemias.

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HEMOGLOBINA GLICADA

Exame que avalia a média da glicose no sangue nos últimos 2 a 3 meses, auxiliando no diagnóstico e controle do diabetes.

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HEMOGRAMA

Exame que avalia as células sanguíneas (hemácias, leucócitos e plaquetas), auxiliando na identificação de anemias, infecções e outras alterações.

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HEPATITE B – ANTI – HBC IgG

Exame sorológico que detecta anticorpos IgG contra o antígeno do core do vírus da hepatite B. Indica contato prévio com o vírus, podendo marcar infecção passada ou crônica

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HEPATITE B – ANTI – HBC IgM

Exame que detecta anticorpos IgM anti-HBc para o vírus da Hepatite B (HBV) ocorrem no soro durante a proliferação ativa do vírus e podem ser detectados por semanas ou mesmo meses após a proliferação viral terminar. Altos níveis de anticorpos IgM anti-HBc são detectados em pacientes com infecção aguda pelo vírus da hepatite B (HBV

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HEPATITE B – ANTI HBs

Exame que detecta a presença de anticorpos contra o vírus da hepatite B.

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HEPATITE B – HBsAg

O HBV é transmitido principalmente por via sexual e parenteral. O HBsAg é um marcador da hepatite B que indica infecção ativa e capacidade de transmissão. Se permanecer positivo por mais de 6 meses, indica infecção crônica.

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HEPATITE C – ANTI HCV

Exame que detecta a presença de anticorpos contra o vírus da hepatite C.

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HIV 1 E 2 – ANTÍGENO E ANTICORPOS

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma doença causada pelo vírus do HIV, que é um retrovírus adquirido principalmente por via sexual e sanguínea, por meio de objetos perfuro-cortantes contaminados e infecção pré-natal do feto ou perinatal do recém-nascido. O vírus do HIV se reproduz no corpo humano nos linfócitos T CD4+, tornando o corpo vulnerável à infecção por doenças oportunistas. A AIDS é causada por dois tipos de vírus da imunodeficiência humana, HIV tipo-1 e HIV tipo-2. O exame é utilizado para detecção simultânea do antígeno p24 e de anticorpos contra o HIV-1 e/ou HIV-2.

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HOMOCISTEÍNA

Exame que avalia os níveis de homocisteína no soro para auxiliar no diagnóstico de distúrbios nutricionais ou genéticos.

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HORMÔNIO FOLÍCULO-ESTIMULANTE

O FSH estimula os folículos ovarianos nas mulheres e a espermatogênese nos homens. Seus níveis variam com a idade, aumentando na puberdade. Pode estar elevado em falência ovariana ou testicular e menopausa, e baixo em doenças da hipófise ou hipotálamo. Na síndrome dos ovários policísticos, avalia-se sua relação com o LH.

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HORMÔNIO LUTEINIZANTE – LH

O LH estimula as células dos ovários e testículos. Nas mulheres, seu aumento no meio do ciclo provoca a ovulação. A dosagem seriada pode ajudar a identificar o período ovulatório, mas uma única medida tem interpretação limitada.

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HTLV I/II – ANTICORPOS

Coletar em tubo seco. Após retração do coágulo, centrifugar e separar o soro para acondicionamento. Em tubo com gel: homogeneizar após a coleta, deixar em repouso para retração do coágulo, centrifugar e separar o soro.

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IMUNOGLOBULINA A – IgA

Exame que avalia os níveis de imunoglobulina A. As imunoglobulinas são sintetizadas pelas células plasmáticas como resposta imunitária humoral a um contato do sistema imunitário com antígenos.

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IMUNOGLOBULINA E – IgE

A determinação de IgE total costuma ser solicitada na avaliação das condições alérgicas e outros distúrbios imunológicos

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INDICE DE SAT. TRANSFERRINA E CAPAC. TOTAL FIXAÇAO DO FERRO

Exame que representa a razão entre o ferro sérico e a capacidade total de ligação do ferro à transferrina.

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ÍNDICE DE SATURAÇÃO DA TRANSFERRINA

O IST (índice de saturação da transferrina) representa a razão entre o ferro sérico e a capacidade total de ligação do ferro, auxiliando na identificação de carência de ferro, anemias e até intoxicação por ferro.

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LIPASE

Exame que avalia os níveis de lipase, enzima produzida principalmente no pâncreas. É essencial no diagnóstico de pancreatites, pois a lipase tem sensibilidade e especificidade maior que a amilase para este diagnóstico.

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LIPIDOGRAMA COMPLETO

Exame que avalia as frações de lipídios no sangue: colesterol total, HDL, LDL, VLDL e triglicerídeos. Auxiliando na prevenção e acompanhamento de doenças cardiovasculares.

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LIPOPROTEÍNA – Lp(A)

Exame que mede a concentração da Lipoproteína(a), partícula composta por LDL ligada à apolipoproteína(a) por ponte dissulfeto. Sua concentração é fortemente determinada por fatores genéticos e está associada ao risco cardiovascular.

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MAGNÉSIO

O magnésio participa de várias reações enzimáticas e processos como respiração celular, glicólise e transporte de cálcio. Sua dosagem auxilia no diagnóstico de hipo ou hipermagnesemia. A deficiência pode causar alterações neuromusculares, enquanto níveis elevados podem ocorrer em insuficiência renal e outras doenças.

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MICOLÓGICO DIRETO

Exame que detecta a presença de fungos, comumente relacionados a micoses cutâneas.

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MICROALBUMINÚRIA

Exame que indica a presença de proteínas na urina, sendo um indicador de lesão renal.

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PARASITOLÓGICO DE FEZES

A maioria dos parasitos intestinais é diagnosticada pelo exame de fezes. Protozoários são identificados por trofozoítos, cistos, oocistos e esporos, enquanto helmintos são detectados por ovos e larvas. O método de Hoffman é uma técnica simples de sedimentação em água usada para concentrar e identificar esses parasitos nas fezes.

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PARATORMÔNIO – PTH – MOLÉCULA INTACTA

Exame que avalia os níveis do hormônio da paratireóide (PTH), que regula a concentração plasmática de cálcio e fósforo.

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PARCIAL DE URINA

Exame que avalia características físicas, químicas e microscópicas da urina, auxiliando na detecção de infecções urinárias e alterações renais.

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PERFIL LIPÍDICO

Conjunto de exames que avalia os níveis de gorduras no sangue, incluindo colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos, auxiliando na avaliação do risco cardiovascular. | Dislipidemias são alterações nos níveis de lipídios no sangue. Podem ter origem genética ou ser influenciadas por fatores como tabagismo, sedentarismo e dieta rica em gordura. Idade, sexo, raça e hereditariedade também influenciam.

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PESQUISA DE BAAR

Exame bacterioscópico para detecção de Bacilos Álcool-Ácido Resistentes, utilizado no diagnóstico de infecções por micobactérias (como tuberculose, hanseníase e outras) e no monitoramento do tratamento antimicobacteriano.

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POTÁSSIO

O potássio é essencial para a função nervosa e muscular. – Baixo potássio (hipocalemia): causada por vômitos, diarreia, uso de laxantes, doenças renais (Bartter, Gitelman, Liddle), síndromes endócrinas, acidose, queimaduras, má absorção e certos tumores. – Alto potássio (hipercalemia):causada por insuficiência renal ou suprarrenal, acidose, rabdomiólise, hemólise, cetoacidose diabética, choque, convulsões e hipóxia. Alterações podem afetar gravemente o coração e músculos.

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PROGESTERONA

Exame que avalia os níveis do hormônio progesterona. A progesterona é importante, não somente como hormônio, mas também como precursor dos estrogênios, dos androgênios e dos esteroides adrenocorticais.

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PROLACTINA

Exame que avalia níveis da prolactina no soro. A prolactina é essencial para o ideal desenvolvimento das mamas e da lactação no sexo feminino.

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PROTEÍNA C REATIVA

A PCR é uma proteína de fase aguda produzida pelo fígado, que aumenta no sangue em resposta a inflamações, infecções ou lesões nos tecidos.

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PROTEÍNA C REATIVA – ULTRA SENSÍVEL

Exame que avalia os níveis da proteína C reativa no soro. A PCR pertence ao grupo de proteínas de fase aguda, cujas concentrações de soro ou plasma aumentam no decurso de uma resposta geral, não específica aos processos inflamatórios infecciosos e não infecciosos Os valores elevados de PCR determinados com os testes ultrassensíveis são úteis para o prognóstico e tratamento de pacientes com síndromes coronárias agudas.

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PROTEÍNAS TOTAIS E FRAÇÕES

Exame que avalia os níveis de todas as proteínas presentes no soro e seu fracionamento em albumina e globulinas. As proteínas são essenciais para o transporte de diversas substâncias pelo organismo, além da manutenção da pressão osmótica e avaliação do estado nutricional.

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PSA LIVRE – ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO

Exame que avalia os níveis de antígeno prostático específico. A porcentagem de PSA livre no soro auxilia na distinção entre patologias benignas da próstata e câncer,

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PSA TOTAL

Consequentemente, a medição em série das concentrações de PSA pode constituir uma ferramenta importante na monitoração de pacientes com câncer de próstata e na determinação da eficácia potencial e real da cirurgia ou de outras terapias.

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S-DHEA – DEHIDROEPIANDROSTERONA SULFATO

Exame que avalia os níveis de sulfato de desidroepiandrosterona no soro. É essencial para o diagnóstico de doenças do córtex suprarrenal e spindromes virilizantes.

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SANGUE OCULTO

O sangramento retal pode ter causas benignas, como hemorroidas e fissuras, ou doenças mais graves, como câncer intestinal. Fezes negras e com odor forte (melena) indicam sangue digerido, geralmente de sangramentos no estômago, esôfago ou duodeno. Já pequenas quantidades de sangue nas fezes podem ocorrer por lesões locais ou doenças intestinais.

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SELÊNIO SÉRICO

Exame que avalia os níveis de selênio no soro, A dosagem sérica é significativa e muito útil para o diagnóstico de sua toxicidade e deficiência.

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SEXAGEM FETAL

Exame que determina o sexo do bebê a partir da presença ou ausência do cromossomo Y.

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SÓDIO

Exame que avalia a concentração de sódio no sangue, importante para avaliar o equilíbrio hídrico, função renal, distúrbios metabólicos e alterações neurológicas.

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SOMATOMEDINA C (IGF-1)

O IGF-1 é um hormônio produzido principalmente pelo fígado e estimulado pelo hormônio do crescimento (GH). É utilizado para avaliar deficiência ou excesso de GH. Níveis baixos podem indicar deficiência de GH e níveis altos podem ocorrer na gravidez, acromegalia e gigantismo, sendo naturalmente mais elevados na puberdade.

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T3 LIVRE – TRIIODOTIRONINA LIVRE

Exame que avalia os níveis de T3 livre no soro, auxiliando no diagnóstico de distúrbios da tireoide. É somente a fração livre que está disponível para ligar-se ao seu receptor e estimular uma resposta do órgão alvo ou dos tecidos alvo.

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T3 TOTAL – TRIIODOTIRONINA

Exame que avalia os níveis totais de T3 no soro para auxiliar no diagnóstico dos distúrbios da tireoide.

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T4 LIVRE – TIROXINA LIVRE

O T4 livre é um hormônio da tireoide regulado pelo eixo hipotálamo-hipófise-tireoide. Ele participa do crescimento, desenvolvimento e metabolismo do organismo. Sua dosagem é usada para auxiliar no diagnóstico de hipertireoidismo e hipotireoidismo.

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T4 TOTAL – TIROXINA

Exame que avalia os níveis de tiroxina (t4) no soro, utilizado como um teste de rastreamento da tireoide separadamente ou conjuntamente com outros testes da tireoide.

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TEMPO DE PROTROMBINA – TAP

O TAP ( Tempo de Protrombina) mede a via extrínseca da coagulação, prolongando-se nas deficiências seletivas ou conjuntas dos fatores II, V, VIII e X. Como os quatro fatores são sintetizados no fígado e três dos fatores são vitamina K dependentes (II, VIII e X), o TAP também é utilizado para o monitoramento da terapia de aconticoagulantes orais, doenças hepáticas, deficiência de vitamina K, entre outras patologias.

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TESTE DE TOLERÂNCIA A LACTOSE

Exame que avalia os níveis de glicose após a administração de lactose. A deficiência ou ausência da enzima lactase causa a chamada intolerância à lactose, caracterizada pela incapacidade de digerir a lactose.

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TESTOSTERONA LIVRE

A testosterona é produzida principalmente nos testículos nos homens e nos ovários e suprarrenais nas mulheres. A maior parte circula ligada a proteínas no sangue. Alterações nos níveis podem indicar distúrbios hormonais, doenças das glândulas ou tumores.

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TESTOSTERONA TOTAL

A monitoração da testosterona é utilizada clinicamente para diagnosticar e diferenciar os transtornos endócrinos. Nos homens, estes transtornos incluem: hipogonadismo, falha testicular, esterilidade, hipopituitarismo e hiperprolactinemia. Nas mulheres, transtornos como a síndrome do ovário policístico, hiperplasia suprarrenal, esterilidade, hirsutismo, amenorréia, obesidade e virilização podem causar alterações na concentração de testosterona no soro.

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TGO ASPARTATO AMINOTRANSFERASE

A AST (TGO) é uma enzima presente em vários tecidos, principalmente fígado, coração e músculos. Seu aumento pode indicar doenças hepáticas, infarto do miocárdio ou lesões musculares. A relação AST/ALT (índice de De Ritis) ajuda a avaliar a gravidade das lesões no fígado.

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TGP ALANINA AMINOTRANSFERASE

A ALT (TGP) é uma enzima presente principalmente no fígado. Níveis elevados no sangue indicam lesão das células hepáticas e podem ocorrer em hepatites, cirrose, uso de medicamentos, álcool ou intoxicações. É um marcador sensível de doenças do fígado.

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TIPAGEM SANGUÍNEA

No sistema ABO existem quatro tipos sanguíneos: A, B, AB e O. Esses tipos são caracterizados pela presença ou não de aglutinogênios, na membrana das hemácias, e pela presença ou ausência de aglutininas, no plasma sanguíneo. O fator Rh é de essencial importância em bancos de sangue para as transfusões sanguíneas. | Exame que determina os tipos sanguíneos A, B, AB e O (sistema ABO) e fator Rh (negativo ou positivo).

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TOXOPLASMOSE – ANTICORPOS IgG

Os anticorpos anti-Toxoplasma classe IgG apresentam títulos elevados durante a fase aguda da toxoplasmose, mantendo-se por longo tempo e declinando a títulos mais baixos, permanecendo por toda a vida com variações pequenas. A pesquisa de anticorpos IgG isoladamente não é indicada para o diagnóstico laboratorial da toxoplasmose.

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TOXOPLASMOSE – ANTICORPOS IgM

A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da toxoplasmose aguda ou recente. Para diferenciar entre infecções adquiridas recentes e infecções passadas, as amostras positivas para anticorpos IgG e IgM devem ser testadas para avidez de IgG. Um alto índice de avidez para anticorpos IgG é um forte indicador de que a infecção ocorreu há mais de 4 meses.

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TOXOPLASMOSE AVIDEZ – ANTICORPOS IgG (CLIA)

A Toxoplasmose é uma protozoose causada pelo Toxoplasma gondii, sendo transmitida pela ingestão de alimentos contaminados com oocistos, excretados em fezes de felinos, ou cistos, em carnes cruas ou mal cozidas. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia ao Toxoplasma gondii.

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TRANSFERRINA

Exame que avalia os níveis de transferrina no sangue, que tem como função transportar o ferro no sangue.

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TREPONEMA PALLIDUM FTA-ABS IgG (SIFILIS)

Exame que avalia a infecção causada opela bactéria Treponema pallidum, causadora da sífilis. O diagnóstico da Sífilis é baseado nos achados clínicos de acordo com o estágio da doença. Esse exame indica que houve contato anterior com o agente causador.

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TREPONENA PALLIDUM FTA-ABS IgM (SÍFILIS)

Exame que avalia a infecção causada opela bactéria Treponema pallidum, causadora da sífilis. O diagnóstico da Sífilis é baseado nos achados clínicos de acordo com o estágio da doença. Esse exame indica que há infecção recente.

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TRIAGEM TOXICOLÓGICA

utilizado para detectar a presença de substâncias tóxicas ou drogas no organismo, podendo identificar uso recente ou prolongado conforme o tipo de amostra analisada

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TRIGLICERÍDEOS

A dosagem de triglicerídeos é usada para avaliar o metabolismo das gorduras e auxiliar no diagnóstico de doenças como pancreatite, diabetes e distúrbios lipídicos, além de ajudar na avaliação do risco de doenças cardiovasculares.

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TSH – Hormônio Tireoestimulante

O TSH é um hormônio da hipófise que regula a função da tireoide, estimulando a produção de T3 e T4, responsáveis pelo metabolismo. Sua dosagem é usada para diagnosticar e acompanhar hipotireoidismo, hipertireoidismo e tratamentos da tireoide.

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TTPA – TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADO

O Tempo de Tromboplastina Parcial ativado (PTTa) normalmente mede a via intrÍnseca da coagulação. É indicado nos casos onde há tendência a hemorragia, antes de intervenções cirúrgicas e no controle de terapêutica anticoagulante pela heparina.

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URÉIA

A ureia é o produto final do metabolismo das proteínas, produzida no fígado e eliminada pelos rins. Sua dosagem é usada para avaliar a função renal e pode estar aumentada em insuficiência renal, desidratação, aumento do catabolismo proteico ou obstrução urinária.

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URÉIA PÓS DIÁLISE

Exame que avalia os níveis de ureia após processo de hemodiálise. A concentração de ureia é representativa da degradação proteica sendo igualmente indicadora do estado metabólico e da eficácia do tratamento.

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VDRL

O Treponema pallidum, agente causador da sífilis, induz o organismo a formar dois tipos de anticorpos, os não treponêmicos ou reaginas (inespecíficos) e os treponêmicos (específicos). O teste VDRL (Veneral Disease Research Laboratory) é capaz de detectar anticorpos inespecíficos ou reaginas, presentes no soro de pacientes com infecção sifilítica, o que permite seu emprego em larga escala como prova de triagem sorológica para sífilis.

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VHS – VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO

O VHS tem sido empregado no diagnóstico de ampla variedade de condições clínicas, na avaliação da gravidade de doenças e como um índice geral de saúde quando seus valores estão dentro da faixa de normalidade. É um teste inespecífico no processo inflamatório, infeccioso ou neoplásico, servindo também para monitoramento de sua intensidade e, considerando-se as limitações, da resposta à terapêutica.

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VITAMINA A

Exame que dosa os níveis de Vitamina A no soro, essencial para o desenvolvimento do crescimento e da visão.

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VITAMINA B12

A vitamina B12 é uma vitamina hidrossolúvel encontrada principalmente em alimentos de origem animal e armazenada no fígado. Sua deficiência pode causar anemia megaloblástica e alterações neurológicas. Níveis baixos podem ocorrer por má absorção ou dieta restritiva, e níveis altos podem estar associados a doenças renais ou hepáticas.

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VITAMINA C (ÁCIDO ASCÓRBICO)

A vitamina C é importante para a imunidade, formação de tecidos, ossos e cartilagens, além de ajudar na absorção do ferro. Sua deficiência pode causar escorbuto, com sangramentos devido à fragilidade do colágeno, embora hoje seja raro.

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VITAMINA D 25-OH

A vitamina D é um hormônio produzido pela pele com a exposição ao sol ou obtido pela alimentação. É essencial para a saúde dos ossos e músculos. Sua deficiência pode causar raquitismo em crianças, osteomalácia e aumentar o risco de osteoporose em adultos. O exame mede a 25(OH) vitamina D, principal forma circulante no sangue.

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ZINCO SÉRICO

O zinco é um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua deficiência pode acarretar sérias consequências à saude humana. A absorção se dá pelas vias percutâneas, oral e inalatória. Os vapores de zinco ou de seus sais solúveis são altamente irritativos para os pulmões. Intoxicações crônicas resultantes de exposições ocupacionais ao zinco são pouco frequentes.

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