Exames
Laboratoriais
No Laboratório Oscar Pereira oferecemos uma variedade de exames laboratoriais para o cuidado da sua saúde com qualidade, segurança e confiabilidade.
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Lista de Exames
Confira alguns dos exames disponíveis no Laboratório Oscar Pereira e encontre soluções completas para prevenção, diagnósticos e cuidados com a sua saúde.
Exames mais procurados
17 – BETA ESTRADIOL
ÁCIDO FÓLICO
Exame que avalia os níveis de folato no soro, essencial para o crescimento celular.
ÁCIDO METIL HIPÚRICO
O ácido metilhipúrico é um indicador biológico da exposição ao xileno. Esse solvente é absorvido pela pele e pelos pulmões, metabolizado no fígado e eliminado na urina. O consumo de álcool pode reduzir sua excreção urinária.
ÁCIDO TRANSMUCÔNICO
O ácido trans,trans-mucônico é um indicador biológico de exposição ao benzeno para avaliar baixas exposições a este solvente no ambiente de trabalho
ÁCIDO ÚRICO
O ácido úrico é o principal produto da degradação de purinas, formado principalmente no fígado e eliminado pelos rins. Níveis elevados (hiperuricemia) podem ocorrer por eliminação reduzida, como na gota e na síndrome de Lesch-Nyhan, ou por produção excessiva, associada a doenças renais, hematológicas e consumo de álcool. Níveis baixos (hipouricemia) podem resultar de aumento da excreção renal ou de produção reduzida, como na xantinúria hereditária ou uso de alopurinol.
ALBUMINA
Exame que avalia os níveis de albumina no soro. A albumina é uma proteína essencial para transporte de compostos, a regulação do equilíbrio hídrico e como fonte de aminoácidos.
AMILASE
Exame que avalia os níveis da enzima amilase, produzida pelo pâncreas. Quando elevada ou diminuída em excesso, pode indicar lesões e patologias pancreáticas
ANÁTOMO PATOLÓGICO (BIÓPSIA)
Exame que tem a finalidade de analisar tecidos, órgãos e estruturas para a investigação de infecções, doenças inflamatórias e principalmente, neoplasias, diferenciando-as, estabelecendo grau de malignidade e a extensão da lesão.
ANTI – TRANSGLUTAMINASE IgA
Exame utilizado no diagnóstico da enteropatia sensível ao glúten da doença celíaca.
ANTI-TIREOGLOBULINA
Exame que detecta os níveis de anticorpos anti tireoglobulina, que atuam contra a tireoglobulina, uma proteína essencial produzida pela glândula tireoide. É esencial na investigação de câncer e doenças autoimunes contra a tireoide.
ANTICORPOS ANTI – PEROXIDASE (ANTI-TPO)
Exame que detecta níveis de TPO no soro e auxilia no diagnóstico de doenças autoimunes tireoidianas.
APOLIPOPROTEÍNA A-1
Exame que avalia os níveis de apolipoproteína I. A apoliproteína A-I é o principal componente proteico das HDL, que cataliza a esterificação do colesterol. O colesterol assim esterificado pode ser transportado para o fígado, catabolizado e secretado.
APOLIPOPROTEÍNA B
Exame que avalia os níveis da apolipoproteína B no soro. A apolipoproteína B é o principal componente proteico das LDL, essencial no transporte do colesterol.
BACTERIOSCOPIA
O exame bacterioscópico permite identificar rapidamente microrganismos. Pela coloração de Gram, é possível classificar bactérias, observar células, leveduras e leucócitos, além de avaliar a qualidade da amostra.
BETA HCG – QUALITATIVO
O hCG é um hormônio protéico produzido pela placenta e células trofoblásticas, composto de subunidades alfa e beta. A subunidade alfa está presente em outros hormônios, enquanto que a beta está presente exclusivamente no hCG. A secreção de hCG serve para estimular a produção de progesterona pelo corpo lúteo, na fase inicial da gravidez, sendo fundamental para o desenvolvimento do processo. – Valores aumentados: gravidez, tumores gestacionais trofoblásticos benignos ou malignos (coriocarcinoma, carcinoma embrional, mola hidatiforme, mola parcial, etc.), outros tumores (especialmente tumores testiculares).
BETA HCG – QUANTITATIVO
Exame que avalia os níveis de gonadotropina coriônica humana (hCG), detectando a gravidez e quantificando as semanas de gestação.
BILIRRUBINA TOTAL E FRAÇÕES
A bilirrubina é formada pela quebra da hemoglobina e é conjugada no fígado para ser eliminada na bile. O exame auxilia no diagnóstico de doenças do fígado, vias biliares e causas de icterícia. A bilirrubina direta aumenta em doenças hepáticas ou obstrução biliar, e a indireta em hemólise e algumas doenças hereditárias.
BNP – PEPTÍDEO NATRIURÉTICO
O exame de BNP auxilia no diagnóstico e na avaliação da insuficiência cardíaca. Esse peptídeo é liberado pelo coração em resposta ao estiramento das paredes ventriculares e à sobrecarga de volume, ajudando a regular pressão, líquidos e eletrólitos no organismo.
CA 125
O CA 125 é marcador mais conhecido e utilizado na condução clínica de pacientes com tumores epiteliais de ovário. Outras neoplasias também podem apresentar elevação do Ca-125, entre eles os originários no endométrio, trompas, pulmões, mama e trato gastrointestinal
CA 19-9
O CA 19-9 é um marcador tumoral usado principalmente no acompanhamento do câncer de pâncreas e vias biliares, e também no câncer colorretal. Seus níveis podem aumentar em alguns outros cânceres e em doenças benignas como cirrose, pancreatite e doenças inflamatórias.
CÁLCIO
A medição do cálcio auxilia no diagnóstico de doenças da paratireoide, ósseas, renais e urolitíase. O cálcio no sangue pode estar livre, ligado a proteínas ou a outros compostos. Ele é importante para impulsos nervosos, contração muscular, reações enzimáticas e coagulação. Alterações podem causar espasmos ou fraqueza muscular.
CÁLCIO IÔNICO
Exame que avalia os níveis da forma biologicamente ativa do cálcio, envolvido no metabolismo ósseo, neuromuscular e eletrolítico.
CAPACIDADE TOTAL DE LIGAÇÃO DO FERRO
Exame que avalia a capacidade máxima das proteínas séricas, principalmente a transferrina, de ligar o ferro. Utilizado na investigação de distúrbios do metabolismo do ferro e na avaliação de anemias.
CEA – ANTÍGENO CARCINOEMBRIÔNICO
Exame que avalia os níveis do antígeno CEA no soro. A principal indicação da dosagem de CEA é no monitoramento da terapêutica em pacientes com carcinoma colorretal, também estando presente em neoplasias de pulmão, pâncreas, trato gastrointestinal, trato biliar, tireoide, cérvice, mama e em fumantes.
CITOLOGIA ONCÓTICA CÉRVICO VAGINAL
O exame tem por objetivo o rastreamento do câncer de colo uterino e consiste na avaliação morfológica das células da ectocérvice e endocérvice para a detecção de alterações neoplásicas ou percursoras do carcinoma cervical.
CITOMEGALOVÍRUS – ANTICORPOS IgG
O citomegalovírus (CMV) é um herpesvírus que geralmente causa infecção assintomática, mas pode provocar sintomas semelhantes à mononucleose. Em imunodeprimidos e recém-nascidos pode causar infecções graves. IgG indica contato prévio/imunidade e IgM indica infecção recente ou aguda.
CITOMEGALOVÍRUS – ANTICORPOS IgM
O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família herpes que geralmente causa infecção assintomática, mas pode apresentar sintomas semelhantes à mononucleose. Em imunodeprimidos e recém-nascidos pode causar infecções graves. IgG indica contato prévio/imunidade e IgM indica infecção recente.
COAGULOGRAMA COMPLETO
O TAP avalia a via extrínseca da coagulação e é usado no controle de anticoagulantes, doenças hepáticas e deficiência de vitamina K. O TTPA avalia a via intrínseca da coagulação e auxilia na investigação de deficiência de fatores e no controle de anticoagulantes. As plaquetas são importantes para a coagulação e seu exame avalia quantidade e forma, auxiliando no diagnóstico de alterações da hemostasia.
COBRE SÉRICO
Exame que avalia os níveis de cobre no soro. O cobre é um elemento essencial para a síntese de hemoglobina, colágeno e melanina e compõem muitas metalo-enzimas.
COLESTEROL HDL
Exame que avalia o colesterol “bom”, auxiliando na avaliação do risco cardiovascular.
COLESTEROL LDL
Exame que avalia o colesterol “ruim”, associado ao risco de doenças cardiovasculares quando em níveis elevados. | Exame que avalia os níveis de lipoproteínas de baixa densidade. Sua dosagem avalia possíveis dislipidemias e os riscos para doença coronariana.
COLESTEROL TOTAL
O colesterol é um lipídeo essencial para as células e precursor de hormônios e ácidos biliares. É transportado principalmente pelas lipoproteínas LDL e HDL e está associado ao risco de doenças cardiovasculares quando em níveis elevados.
COLESTEROL VLDL
Exame que avalia os níveis de VLDL no soro. A função do VLDL no organismo é o transporte interno para lipídeos. Valores séricos aumentados de VLDL são indicativos de risco de aterosclerose.
COLINESTERASE PLASMÁTICA
Este exame auxilia no iagnóstico e monitoramento de exposição e intoxicação por compostos organofosforados e carbamatos, utilizados em agricultura comercial; triagem pré-operatória de pacientes com sensibilidade de succilcolina, genética ou secundária a exposição a inseticidas e estudos familiares de anomalia molecular das colinesterases.
CONTAGEM DE RETICULÓCITOS
Os reticulócitos correspondem a células recém emitidas na circulação. A contagem de reticulócitos avalia a atividade eritropoiética, sendo importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamentos.
COOMBS INDIRETO
O teste permite a identificação de anticorpos anti eritrocitários no soro do paciente. A ocorrência de aglutinação durante qualquer etapa do teste indica a possibilidade da presença de anticorpos irregulares.
COPROCULTURA
A cultura de fezes é realizada para identificação de microrganismos enteropatogênicos causadores de infecções gastrointestinais, como a gastroenterite.
CORTISOL BASAL
Exame que avalia os níveis de cortisol no soro, que estão mais concentrados no período da manhâ. O cortisol se relaciona com o metabolismo das proteínas, das gorduras e dos carboidratos, a manutenção da integridade muscular e miocárdica e a supressão das atividades inflamatórias e alérgicas. Sua dosagem também auxilia no diagnóstico de doenças relacionadas com as glândulas suprarrenais.
CREATINA-QUINASE (CPK)
Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada, cerebro e coracao. E um marcador sensivel, mas inespecifico de lesao miocardica. Niveis elevados sao encontrados no infarto agudo do miocardio, miocardite, hipertermia maligna, distrofia muscular, exercicio fisico, dermatopolimiosite, rabdomiloise, em traumas e injecoes musculares.
CREATININA
A creatinina é um produto do metabolismo muscular e sua produção está relacionada à massa muscular. O exame é utilizado para avaliar a função dos rins e auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de doenças renais. Seus níveis podem variar conforme idade, sexo e massa muscular.
CULTURA PARA STREPTOCOCCUS BETA HEMOLITICO
Exame que detecta a presença de estreptococo beta-hemolítico do grupo B em gestantes. Esta bactéria é a principal causa de sepse e meningite em recém-nascidos e também causa frequente de pneumonia nestes pacientes.
DESIDROGENASE LÁCTICA – LDH
Exame que detecta os níveis da enzima desidrogenase lática (LDH) no soro. o principal papel do LDH total reside na detecção de pequenas lesões nos tecidos.
DHEA – DEHIDROEPIANDROSTERONA
Exame que mede os níveis séricos de DHEA, esteroide produzido no córtex adrenal e precursor da testosterona e dos estrógenos. Utilizado na avaliação de distúrbios androgênicos e da função adrenal.
DIHIDROTESTOSTERONA – DHT
Exame que avalia os níves de DHT, pertencente à classe dos andrógenos. Sua dosagem auxilia na avaliação de síndromes e também da resposta ao tratamento com antiandrogênios.
ELETROFORESE DE LIPOPROTEÍNAS
Exame que separa e identifica as diferentes frações de lipoproteínas no sangue, auxiliando na investigação de dislipidemias, risco cardiovascular e distúrbios do metabolismo lipídico.
ELETROFORESE DE PROTEÍNAS
Exame utilizado como triagem de anormalidades nas proteínas séricas.
ESTRONA – E1
A estrona é um esteróide como o estriol e o estradiol, pertencente à classe dos estrógenos. Os estrógenos estão relacionados com o desenvolvimento dos órgãos sexuais femininos e às características sexuais secundárias. Antes da fertilização do óvulo, a principal ação dos estrógenos é o crescimento e funcionamento do trato reprodutivo para preparação do óvulo a ser fertilizado. Durante a fase folicular do ciclo menstrual o nível de estrona demonstra-se um pouco aumentado. Após esse período, a produção de estrona aumenta, marcando seu pico por volta do 13° dia. O pico é de pequena duração e por volta do 16° dia do ciclo o nível será baixo. Um segundo pico ocorre por volta do 21° dia do ciclo e se a fertilização não ocorrer, a produção de estrona diminui.
FATOR ANTI – NUCLEAR – FAN
Exame para pesquisa de anticorpos anti núcleo, nucleolo, citoplasma e aparelho mitótico celular. É essencial no diagnóstico de doenças reumáticas autoimunes, como o lúpus eritematoso sistêmico.
FATOR REUMATÓIDE
Exame que detecta autoanticorpos contra o fragmento Fc das IgG humanas. A detecção de fatores reumatóides constitui um dos elementos para o diagnóstico da artrite reumatóide. Estes assumem um papel importante no diagnóstico diferencial entre a artrite reumatóide e as outras doenças reumáticas.
FERRITINA
A ferritina é uma proteína que armazena ferro no organismo, sendo responsável por cerca de 2/3 das reservas corporais de ferro. Sua dosagem sérica é útil para avaliar a deficiência de ferro, acompanhar a reposição de ferro e determinar o momento de interromper a suplementação. No entanto, em situações de inflamação, infecção, câncer ou insuficiência renal crônica, os níveis de ferritina podem estar aumentados independentemente das reservas de ferro.
FERRO
Exame que avalia a quantidade de ferro circulante no sangue, auxiliando na avaliação de anemias, sobrecarga de ferro e distúrbios do metabolismo do ferro.
FIBRINOGÊNIO
Exame que avalia os níveis de fibrinogênio no plasma. O fibrinogênio é uma glicoproteína que converte-se em fibrina pela ação da trombina. Os níveis altos de fibrinogênio estão relacionados com tromboses, enquanto níveis reduzidos podem relacionar-se com sangramentos.
FOSFATASE ALCALINA
A fosfatase alcalina está presente em tecidos como fígado e ossos. Seu aumento pode ocorrer em colestase, hepatites, doenças ósseas e raquitismo. Alguns medicamentos podem reduzir seus níveis.
FÓSFORO
Exame que avalia os níveis de fósforo no soro. O fósforo é essencial para processos bioquímicos, garantindo que fosfatos exerçam seu papel adequado no metabolismo.
GAMA GT
A GGT é uma enzima do fígado e vias biliares que aumenta em casos de dano hepático, obstrução biliar, hepatite, fígado gorduroso, pancreatite, uso de anticonvulsivantes e consumo de álcool, sendo útil para detectar lesões hepáticas, icterícia obstrutiva e monitorar alcoolismo.
GLICOSE
A glicose no sangue é regulada principalmente pelo fígado e pela insulina. Sua medição é usada para diagnóstico e acompanhamento do diabetes. Alterações podem causar hiperglicemia (glicose alta) ou hipoglicemia (glicose baixa), que podem provocar sintomas como fraqueza, confusão e, em casos graves, coma. | Exame que mede a concentração de glicose no sangue, principal fonte energética do organismo. Utilizado no diagnóstico e acompanhamento do diabetes mellitus, estados hiperglicêmicos e condições associadas à hipoglicemia.
GLICOSE PÓS PRANDIAL
A medida da glicemia pós-prandial corresponde a dosagem de glicose algum tempo após o consumo de alimentos contendo carboidratos. Este exame serve para avaliar com está a sua secreção de insulina após uma carga de glicose e para triar pacientes portadores de diabetes mellitus.
GLOBULINA LIGADORA DE HORMÔNIOS SEXUAIS – SHBG
Exame que dosa os níveis da proteína SHBG, responsável pelo transporte de androgênios e estogênios no sangue. Esse exame auxilia o diagnóstico de distúrbios do metabolismo do androgênio.
HEMATÓCRITO
Exame que mede o percentual do volume sanguíneo ocupado pelos eritrócitos, sendo proporcional à quantidade de hemoglobina. Utilizado na avaliação de anemias, perdas sanguíneas, policitemias e na análise da necessidade transfusional.
HEMOGLOBINA
Exame que avalia a quantidade de hemoglobina nas células vermelhas, auxiliando no diagnóstico de anemias.
HEMOGLOBINA GLICADA
Exame que avalia a média da glicose no sangue nos últimos 2 a 3 meses, auxiliando no diagnóstico e controle do diabetes.
HEMOGRAMA
Exame que avalia as células sanguíneas (hemácias, leucócitos e plaquetas), auxiliando na identificação de anemias, infecções e outras alterações.
HEPATITE B – ANTI – HBC IgG
Exame sorológico que detecta anticorpos IgG contra o antígeno do core do vírus da hepatite B. Indica contato prévio com o vírus, podendo marcar infecção passada ou crônica
HEPATITE B – ANTI – HBC IgM
Exame que detecta anticorpos IgM anti-HBc para o vírus da Hepatite B (HBV) ocorrem no soro durante a proliferação ativa do vírus e podem ser detectados por semanas ou mesmo meses após a proliferação viral terminar. Altos níveis de anticorpos IgM anti-HBc são detectados em pacientes com infecção aguda pelo vírus da hepatite B (HBV
HEPATITE B – ANTI HBs
Exame que detecta a presença de anticorpos contra o vírus da hepatite B.
HEPATITE B – HBsAg
O HBV é transmitido principalmente por via sexual e parenteral. O HBsAg é um marcador da hepatite B que indica infecção ativa e capacidade de transmissão. Se permanecer positivo por mais de 6 meses, indica infecção crônica.
HEPATITE C – ANTI HCV
Exame que detecta a presença de anticorpos contra o vírus da hepatite C.
HIV 1 E 2 – ANTÍGENO E ANTICORPOS
A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma doença causada pelo vírus do HIV, que é um retrovírus adquirido principalmente por via sexual e sanguínea, por meio de objetos perfuro-cortantes contaminados e infecção pré-natal do feto ou perinatal do recém-nascido. O vírus do HIV se reproduz no corpo humano nos linfócitos T CD4+, tornando o corpo vulnerável à infecção por doenças oportunistas. A AIDS é causada por dois tipos de vírus da imunodeficiência humana, HIV tipo-1 e HIV tipo-2. O exame é utilizado para detecção simultânea do antígeno p24 e de anticorpos contra o HIV-1 e/ou HIV-2.
HOMOCISTEÍNA
Exame que avalia os níveis de homocisteína no soro para auxiliar no diagnóstico de distúrbios nutricionais ou genéticos.
HORMÔNIO FOLÍCULO-ESTIMULANTE
O FSH estimula os folículos ovarianos nas mulheres e a espermatogênese nos homens. Seus níveis variam com a idade, aumentando na puberdade. Pode estar elevado em falência ovariana ou testicular e menopausa, e baixo em doenças da hipófise ou hipotálamo. Na síndrome dos ovários policísticos, avalia-se sua relação com o LH.
HORMÔNIO LUTEINIZANTE – LH
O LH estimula as células dos ovários e testículos. Nas mulheres, seu aumento no meio do ciclo provoca a ovulação. A dosagem seriada pode ajudar a identificar o período ovulatório, mas uma única medida tem interpretação limitada.
HTLV I/II – ANTICORPOS
Coletar em tubo seco. Após retração do coágulo, centrifugar e separar o soro para acondicionamento. Em tubo com gel: homogeneizar após a coleta, deixar em repouso para retração do coágulo, centrifugar e separar o soro.
IMUNOGLOBULINA A – IgA
Exame que avalia os níveis de imunoglobulina A. As imunoglobulinas são sintetizadas pelas células plasmáticas como resposta imunitária humoral a um contato do sistema imunitário com antígenos.
IMUNOGLOBULINA E – IgE
A determinação de IgE total costuma ser solicitada na avaliação das condições alérgicas e outros distúrbios imunológicos
INDICE DE SAT. TRANSFERRINA E CAPAC. TOTAL FIXAÇAO DO FERRO
Exame que representa a razão entre o ferro sérico e a capacidade total de ligação do ferro à transferrina.
ÍNDICE DE SATURAÇÃO DA TRANSFERRINA
O IST (índice de saturação da transferrina) representa a razão entre o ferro sérico e a capacidade total de ligação do ferro, auxiliando na identificação de carência de ferro, anemias e até intoxicação por ferro.
LIPASE
Exame que avalia os níveis de lipase, enzima produzida principalmente no pâncreas. É essencial no diagnóstico de pancreatites, pois a lipase tem sensibilidade e especificidade maior que a amilase para este diagnóstico.
LIPIDOGRAMA COMPLETO
Exame que avalia as frações de lipídios no sangue: colesterol total, HDL, LDL, VLDL e triglicerídeos. Auxiliando na prevenção e acompanhamento de doenças cardiovasculares.
LIPOPROTEÍNA – Lp(A)
Exame que mede a concentração da Lipoproteína(a), partícula composta por LDL ligada à apolipoproteína(a) por ponte dissulfeto. Sua concentração é fortemente determinada por fatores genéticos e está associada ao risco cardiovascular.
MAGNÉSIO
O magnésio participa de várias reações enzimáticas e processos como respiração celular, glicólise e transporte de cálcio. Sua dosagem auxilia no diagnóstico de hipo ou hipermagnesemia. A deficiência pode causar alterações neuromusculares, enquanto níveis elevados podem ocorrer em insuficiência renal e outras doenças.
MICOLÓGICO DIRETO
Exame que detecta a presença de fungos, comumente relacionados a micoses cutâneas.
MICROALBUMINÚRIA
Exame que indica a presença de proteínas na urina, sendo um indicador de lesão renal.
PARASITOLÓGICO DE FEZES
A maioria dos parasitos intestinais é diagnosticada pelo exame de fezes. Protozoários são identificados por trofozoítos, cistos, oocistos e esporos, enquanto helmintos são detectados por ovos e larvas. O método de Hoffman é uma técnica simples de sedimentação em água usada para concentrar e identificar esses parasitos nas fezes.
PARATORMÔNIO – PTH – MOLÉCULA INTACTA
Exame que avalia os níveis do hormônio da paratireóide (PTH), que regula a concentração plasmática de cálcio e fósforo.
PARCIAL DE URINA
Exame que avalia características físicas, químicas e microscópicas da urina, auxiliando na detecção de infecções urinárias e alterações renais.
PERFIL LIPÍDICO
Conjunto de exames que avalia os níveis de gorduras no sangue, incluindo colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos, auxiliando na avaliação do risco cardiovascular. | Dislipidemias são alterações nos níveis de lipídios no sangue. Podem ter origem genética ou ser influenciadas por fatores como tabagismo, sedentarismo e dieta rica em gordura. Idade, sexo, raça e hereditariedade também influenciam.
PESQUISA DE BAAR
Exame bacterioscópico para detecção de Bacilos Álcool-Ácido Resistentes, utilizado no diagnóstico de infecções por micobactérias (como tuberculose, hanseníase e outras) e no monitoramento do tratamento antimicobacteriano.
POTÁSSIO
O potássio é essencial para a função nervosa e muscular. – Baixo potássio (hipocalemia): causada por vômitos, diarreia, uso de laxantes, doenças renais (Bartter, Gitelman, Liddle), síndromes endócrinas, acidose, queimaduras, má absorção e certos tumores. – Alto potássio (hipercalemia):causada por insuficiência renal ou suprarrenal, acidose, rabdomiólise, hemólise, cetoacidose diabética, choque, convulsões e hipóxia. Alterações podem afetar gravemente o coração e músculos.
PROGESTERONA
Exame que avalia os níveis do hormônio progesterona. A progesterona é importante, não somente como hormônio, mas também como precursor dos estrogênios, dos androgênios e dos esteroides adrenocorticais.
PROLACTINA
Exame que avalia níveis da prolactina no soro. A prolactina é essencial para o ideal desenvolvimento das mamas e da lactação no sexo feminino.
PROTEÍNA C REATIVA
A PCR é uma proteína de fase aguda produzida pelo fígado, que aumenta no sangue em resposta a inflamações, infecções ou lesões nos tecidos.
PROTEÍNA C REATIVA – ULTRA SENSÍVEL
Exame que avalia os níveis da proteína C reativa no soro. A PCR pertence ao grupo de proteínas de fase aguda, cujas concentrações de soro ou plasma aumentam no decurso de uma resposta geral, não específica aos processos inflamatórios infecciosos e não infecciosos Os valores elevados de PCR determinados com os testes ultrassensíveis são úteis para o prognóstico e tratamento de pacientes com síndromes coronárias agudas.
PROTEÍNAS TOTAIS E FRAÇÕES
Exame que avalia os níveis de todas as proteínas presentes no soro e seu fracionamento em albumina e globulinas. As proteínas são essenciais para o transporte de diversas substâncias pelo organismo, além da manutenção da pressão osmótica e avaliação do estado nutricional.
PSA LIVRE – ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO
Exame que avalia os níveis de antígeno prostático específico. A porcentagem de PSA livre no soro auxilia na distinção entre patologias benignas da próstata e câncer,
PSA TOTAL
Consequentemente, a medição em série das concentrações de PSA pode constituir uma ferramenta importante na monitoração de pacientes com câncer de próstata e na determinação da eficácia potencial e real da cirurgia ou de outras terapias.
S-DHEA – DEHIDROEPIANDROSTERONA SULFATO
Exame que avalia os níveis de sulfato de desidroepiandrosterona no soro. É essencial para o diagnóstico de doenças do córtex suprarrenal e spindromes virilizantes.
SANGUE OCULTO
O sangramento retal pode ter causas benignas, como hemorroidas e fissuras, ou doenças mais graves, como câncer intestinal. Fezes negras e com odor forte (melena) indicam sangue digerido, geralmente de sangramentos no estômago, esôfago ou duodeno. Já pequenas quantidades de sangue nas fezes podem ocorrer por lesões locais ou doenças intestinais.
SELÊNIO SÉRICO
Exame que avalia os níveis de selênio no soro, A dosagem sérica é significativa e muito útil para o diagnóstico de sua toxicidade e deficiência.
SEXAGEM FETAL
Exame que determina o sexo do bebê a partir da presença ou ausência do cromossomo Y.
SÓDIO
Exame que avalia a concentração de sódio no sangue, importante para avaliar o equilíbrio hídrico, função renal, distúrbios metabólicos e alterações neurológicas.
SOMATOMEDINA C (IGF-1)
O IGF-1 é um hormônio produzido principalmente pelo fígado e estimulado pelo hormônio do crescimento (GH). É utilizado para avaliar deficiência ou excesso de GH. Níveis baixos podem indicar deficiência de GH e níveis altos podem ocorrer na gravidez, acromegalia e gigantismo, sendo naturalmente mais elevados na puberdade.
T3 LIVRE – TRIIODOTIRONINA LIVRE
Exame que avalia os níveis de T3 livre no soro, auxiliando no diagnóstico de distúrbios da tireoide. É somente a fração livre que está disponível para ligar-se ao seu receptor e estimular uma resposta do órgão alvo ou dos tecidos alvo.
T3 TOTAL – TRIIODOTIRONINA
Exame que avalia os níveis totais de T3 no soro para auxiliar no diagnóstico dos distúrbios da tireoide.
T4 LIVRE – TIROXINA LIVRE
O T4 livre é um hormônio da tireoide regulado pelo eixo hipotálamo-hipófise-tireoide. Ele participa do crescimento, desenvolvimento e metabolismo do organismo. Sua dosagem é usada para auxiliar no diagnóstico de hipertireoidismo e hipotireoidismo.
T4 TOTAL – TIROXINA
Exame que avalia os níveis de tiroxina (t4) no soro, utilizado como um teste de rastreamento da tireoide separadamente ou conjuntamente com outros testes da tireoide.
TEMPO DE PROTROMBINA – TAP
O TAP ( Tempo de Protrombina) mede a via extrínseca da coagulação, prolongando-se nas deficiências seletivas ou conjuntas dos fatores II, V, VIII e X. Como os quatro fatores são sintetizados no fígado e três dos fatores são vitamina K dependentes (II, VIII e X), o TAP também é utilizado para o monitoramento da terapia de aconticoagulantes orais, doenças hepáticas, deficiência de vitamina K, entre outras patologias.
TESTE DE TOLERÂNCIA A LACTOSE
Exame que avalia os níveis de glicose após a administração de lactose. A deficiência ou ausência da enzima lactase causa a chamada intolerância à lactose, caracterizada pela incapacidade de digerir a lactose.
TESTOSTERONA LIVRE
A testosterona é produzida principalmente nos testículos nos homens e nos ovários e suprarrenais nas mulheres. A maior parte circula ligada a proteínas no sangue. Alterações nos níveis podem indicar distúrbios hormonais, doenças das glândulas ou tumores.
TESTOSTERONA TOTAL
A monitoração da testosterona é utilizada clinicamente para diagnosticar e diferenciar os transtornos endócrinos. Nos homens, estes transtornos incluem: hipogonadismo, falha testicular, esterilidade, hipopituitarismo e hiperprolactinemia. Nas mulheres, transtornos como a síndrome do ovário policístico, hiperplasia suprarrenal, esterilidade, hirsutismo, amenorréia, obesidade e virilização podem causar alterações na concentração de testosterona no soro.
TGO ASPARTATO AMINOTRANSFERASE
A AST (TGO) é uma enzima presente em vários tecidos, principalmente fígado, coração e músculos. Seu aumento pode indicar doenças hepáticas, infarto do miocárdio ou lesões musculares. A relação AST/ALT (índice de De Ritis) ajuda a avaliar a gravidade das lesões no fígado.
TGP ALANINA AMINOTRANSFERASE
A ALT (TGP) é uma enzima presente principalmente no fígado. Níveis elevados no sangue indicam lesão das células hepáticas e podem ocorrer em hepatites, cirrose, uso de medicamentos, álcool ou intoxicações. É um marcador sensível de doenças do fígado.
TIPAGEM SANGUÍNEA
No sistema ABO existem quatro tipos sanguíneos: A, B, AB e O. Esses tipos são caracterizados pela presença ou não de aglutinogênios, na membrana das hemácias, e pela presença ou ausência de aglutininas, no plasma sanguíneo. O fator Rh é de essencial importância em bancos de sangue para as transfusões sanguíneas. | Exame que determina os tipos sanguíneos A, B, AB e O (sistema ABO) e fator Rh (negativo ou positivo).
TOXOPLASMOSE – ANTICORPOS IgG
Os anticorpos anti-Toxoplasma classe IgG apresentam títulos elevados durante a fase aguda da toxoplasmose, mantendo-se por longo tempo e declinando a títulos mais baixos, permanecendo por toda a vida com variações pequenas. A pesquisa de anticorpos IgG isoladamente não é indicada para o diagnóstico laboratorial da toxoplasmose.
TOXOPLASMOSE – ANTICORPOS IgM
A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da toxoplasmose aguda ou recente. Para diferenciar entre infecções adquiridas recentes e infecções passadas, as amostras positivas para anticorpos IgG e IgM devem ser testadas para avidez de IgG. Um alto índice de avidez para anticorpos IgG é um forte indicador de que a infecção ocorreu há mais de 4 meses.
TOXOPLASMOSE AVIDEZ – ANTICORPOS IgG (CLIA)
A Toxoplasmose é uma protozoose causada pelo Toxoplasma gondii, sendo transmitida pela ingestão de alimentos contaminados com oocistos, excretados em fezes de felinos, ou cistos, em carnes cruas ou mal cozidas. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia ao Toxoplasma gondii.
TRANSFERRINA
Exame que avalia os níveis de transferrina no sangue, que tem como função transportar o ferro no sangue.
TREPONEMA PALLIDUM FTA-ABS IgG (SIFILIS)
Exame que avalia a infecção causada opela bactéria Treponema pallidum, causadora da sífilis. O diagnóstico da Sífilis é baseado nos achados clínicos de acordo com o estágio da doença. Esse exame indica que houve contato anterior com o agente causador.
TREPONENA PALLIDUM FTA-ABS IgM (SÍFILIS)
Exame que avalia a infecção causada opela bactéria Treponema pallidum, causadora da sífilis. O diagnóstico da Sífilis é baseado nos achados clínicos de acordo com o estágio da doença. Esse exame indica que há infecção recente.
TRIAGEM TOXICOLÓGICA
utilizado para detectar a presença de substâncias tóxicas ou drogas no organismo, podendo identificar uso recente ou prolongado conforme o tipo de amostra analisada
TRIGLICERÍDEOS
A dosagem de triglicerídeos é usada para avaliar o metabolismo das gorduras e auxiliar no diagnóstico de doenças como pancreatite, diabetes e distúrbios lipídicos, além de ajudar na avaliação do risco de doenças cardiovasculares.
TSH – Hormônio Tireoestimulante
O TSH é um hormônio da hipófise que regula a função da tireoide, estimulando a produção de T3 e T4, responsáveis pelo metabolismo. Sua dosagem é usada para diagnosticar e acompanhar hipotireoidismo, hipertireoidismo e tratamentos da tireoide.
TTPA – TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADO
O Tempo de Tromboplastina Parcial ativado (PTTa) normalmente mede a via intrÍnseca da coagulação. É indicado nos casos onde há tendência a hemorragia, antes de intervenções cirúrgicas e no controle de terapêutica anticoagulante pela heparina.
URÉIA
A ureia é o produto final do metabolismo das proteínas, produzida no fígado e eliminada pelos rins. Sua dosagem é usada para avaliar a função renal e pode estar aumentada em insuficiência renal, desidratação, aumento do catabolismo proteico ou obstrução urinária.
URÉIA PÓS DIÁLISE
Exame que avalia os níveis de ureia após processo de hemodiálise. A concentração de ureia é representativa da degradação proteica sendo igualmente indicadora do estado metabólico e da eficácia do tratamento.
VDRL
O Treponema pallidum, agente causador da sífilis, induz o organismo a formar dois tipos de anticorpos, os não treponêmicos ou reaginas (inespecíficos) e os treponêmicos (específicos). O teste VDRL (Veneral Disease Research Laboratory) é capaz de detectar anticorpos inespecíficos ou reaginas, presentes no soro de pacientes com infecção sifilítica, o que permite seu emprego em larga escala como prova de triagem sorológica para sífilis.
VHS – VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO
O VHS tem sido empregado no diagnóstico de ampla variedade de condições clínicas, na avaliação da gravidade de doenças e como um índice geral de saúde quando seus valores estão dentro da faixa de normalidade. É um teste inespecífico no processo inflamatório, infeccioso ou neoplásico, servindo também para monitoramento de sua intensidade e, considerando-se as limitações, da resposta à terapêutica.
VITAMINA A
Exame que dosa os níveis de Vitamina A no soro, essencial para o desenvolvimento do crescimento e da visão.
VITAMINA B12
A vitamina B12 é uma vitamina hidrossolúvel encontrada principalmente em alimentos de origem animal e armazenada no fígado. Sua deficiência pode causar anemia megaloblástica e alterações neurológicas. Níveis baixos podem ocorrer por má absorção ou dieta restritiva, e níveis altos podem estar associados a doenças renais ou hepáticas.
VITAMINA C (ÁCIDO ASCÓRBICO)
A vitamina C é importante para a imunidade, formação de tecidos, ossos e cartilagens, além de ajudar na absorção do ferro. Sua deficiência pode causar escorbuto, com sangramentos devido à fragilidade do colágeno, embora hoje seja raro.
VITAMINA D 25-OH
A vitamina D é um hormônio produzido pela pele com a exposição ao sol ou obtido pela alimentação. É essencial para a saúde dos ossos e músculos. Sua deficiência pode causar raquitismo em crianças, osteomalácia e aumentar o risco de osteoporose em adultos. O exame mede a 25(OH) vitamina D, principal forma circulante no sangue.
ZINCO SÉRICO
O zinco é um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua deficiência pode acarretar sérias consequências à saude humana. A absorção se dá pelas vias percutâneas, oral e inalatória. Os vapores de zinco ou de seus sais solúveis são altamente irritativos para os pulmões. Intoxicações crônicas resultantes de exposições ocupacionais ao zinco são pouco frequentes.
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